Serviços
Da bancada à estrada, sem lacunas.
Trabalhamos as quatro camadas que fazem um veículo moderno funcionar como produto de software. Cada uma pode ser contratada isolada ou como parte de um projeto que atravessa toda a arquitetura eletrônica.
01 — Software embarcado
O código que roda dentro do veículo.
Desenvolvemos firmware e middleware para unidades de controle sobre AUTOSAR Classic e Adaptive, além de aplicações em Linux automotivo. Cuidamos do ciclo completo: arquitetura, implementação, integração e atualização remota segura, com assinatura de pacotes e retorno controlado em caso de falha.
Cada função crítica passa por teste em hardware-in-the-loop antes de tocar um veículo real. É esse rigor que mantém um sistema estável ao longo dos anos em que o carro fica na rua.
Discutir um projeto embarcado →
02 — Conectividade veicular
O veículo em diálogo constante.
Projetamos a telemetria e a comunicação que ligam o carro à nuvem, à frota e à infraestrutura de via — incluindo protocolos V2X. Do modem embarcado ao painel na central de operações, montamos um fluxo de dados confiável mesmo em áreas com sinal instável, com buffer local e reenvio quando a conexão retorna.
Tratamos privacidade desde o desenho: dado de motorista é minimizado, anonimizado quando possível e coletado em conformidade com a LGPD.
Falar sobre conectividade →03 — Assistência ao motorista
Percepção que apoia quem dirige.
Desenvolvemos e validamos funções de assistência (ADAS): frenagem autônoma de emergência, manutenção de faixa, alerta de ponto cego e assistentes de estacionamento. O trabalho combina fusão de sensores — câmera, radar e ultrassom — com uma bateria de testes em simulação e em pista fechada.
Não prometemos direção autônoma completa. Entregamos funções bem definidas, testadas à exaustão, que reduzem a carga sobre o motorista sem criar falsa sensação de segurança.
Conversar sobre ADAS →
04 — Plataforma de dados
O que a frota tem a dizer.
Um veículo conectado gera milhares de sinais por minuto. Construímos a plataforma que coleta, organiza e transforma esse volume em leitura útil: saúde da frota, padrões de uso, indicadores de pós-venda e alertas de manutenção preditiva. Os painéis são desenhados para engenharia e para operação — cada um vê o que precisa.
Integramos com os sistemas que o cliente já usa, em vez de forçar mais uma ferramenta isolada no dia a dia da equipe.
Ver a plataforma de dados →Método
Como um projeto
caminha aqui.
Quatro etapas, sem surpresa. Você sabe onde o projeto está e o que vem a seguir em cada momento.
Leitura técnica
Estudamos a arquitetura eletrônica atual, o que o fornecedor entrega e o que a regulação exige. Nada é proposto no escuro.
Escopo e prova de conceito
Delimitamos o que será feito e validamos os pontos de maior incerteza com um protótipo antes de avançar para o desenvolvimento completo.
Desenvolvimento e teste
Implementação em ciclos curtos, cada função verificada em bancada. Você acompanha o progresso, não só o resultado final.
Entrega e manutenção
Documentação completa, transferência de conhecimento e um plano de manutenção para acompanhar o veículo pelos anos seguintes.
Perguntas frequentes
Dúvidas que
costumam surgir.
Vocês assumem projetos que já começaram com outro fornecedor?
Sim, e é uma parte relevante do que fazemos. Começamos por uma auditoria do código e da arquitetura existentes, mapeamos o que pode ser aproveitado e apontamos os pontos de risco. Só depois propomos o caminho de continuidade, para evitar reescrever à toa o que já funciona.
Como funciona a contratação — por projeto ou por equipe dedicada?
As duas formas existem. Projetos de escopo fechado têm etapas e valores definidos no início. Para trabalhos longos, montamos uma equipe dedicada que se integra ao seu time, com uma taxa mensal previsível. Na conversa inicial ajudamos a definir qual modelo faz mais sentido para o seu caso.
Como isso se compara a montar um time interno?
Um time interno faz sentido quando o software vira o coração do negócio e há volume constante de trabalho. Para necessidades pontuais, picos de projeto ou disciplinas muito específicas — como validação de ADAS — contratar uma equipe já formada costuma sair mais em conta e entra em operação em semanas, não em meses. Ajudamos você a fazer essa conta com franqueza.
A Avolqeris está apta a operar dentro das normas brasileiras?
Sim. Somos empresa constituída em São Paulo (CNPJ 48.219.774/0001-63) e conduzimos os projetos em conformidade com a LGPD (Lei 13.709/2018) e com as normas técnicas aplicáveis à indústria automotiva. Quando o projeto exige homologação ou certificação específica, orientamos o cliente sobre os órgãos e prazos envolvidos.
Quem é dono do código produzido?
O cliente. Salvo acordo diferente, toda a propriedade intelectual do que desenvolvemos é transferida na entrega, com o repositório e a documentação nas mãos da sua equipe. Não prendemos ninguém a uma plataforma proprietária nossa.
Vocês atendem clientes fora de São Paulo?
Atendemos todo o Brasil. A maior parte do trabalho é remota, com visitas presenciais programadas quando o projeto pede a presença de um engenheiro na bancada ou na pista. Já conduzimos projetos com equipes no Sul, no interior de São Paulo e no Nordeste.
Quanto tempo leva para começar?
Depois de alinhar o escopo, uma leitura técnica inicial costuma levar de uma a duas semanas. Projetos com equipe dedicada entram em ritmo em poucas semanas. Não trabalhamos com falsas urgências: preferimos começar bem a começar às pressas.
Próximo passo
Vamos desenhar o escopo juntos.
Traga o desafio técnico e devolvemos uma proposta clara de caminho, prazos e etapas — antes de qualquer compromisso.